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riscos_e_rabiscos

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Look (dia 29)

set1

E este é o meu look. Definitivamente, é mesmo a minha cara: tem duas das minhas cores favoritas, o azul e o castanho chocolate, mala de viagem jeitosa para atafulhar tudo lá dentro e mais alguma coisa, a sabrina pois os saltos não querem nada comigo, um anel irreverente para dar o motivo divertido, um gloss em tom coral mas que fica natural (penso eu que este assim será) e a unha num tom coral que também se usa!
Aprovado?
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Os Meus Sonhos e Eu.

Eu nem vos devia estar a contar isto... Vão mesmo agora confirmar que estou lélé da cuca, que tenho os neurónios todos queimados. Só espero que não vos passe pela vossa cabeça mandarem-me de "férias" para um retiro espiritual idílico.

 

Ontem à noite, estive de conversa com uma amiga no messenger. Andámos a falar de moda - tema que nós, mulheres, até nem gostamos nada - e eu comentei que queria fazer uma clutch para ver como me saía. 

Tenho ali uns tecidos girissímos, é só pensar num modelo, cortar e meter mãos à obra, quem é como quem diz à máquina de costura. Andámos a vasculhar a net inteira à procura de modelos para inspiração e vimos coisas giríssimas e caríssimas por serem de marca.

 

Mas como o olhar e a inspiração ainda são grátis (penso eu), andamos a espreitar vários sites. E eu aproveitei para guardar algumas fotos para inspirações futuras, para ponto de partida de invenções criações minhas. 

 

Já era tarde, por isso fomos as duas fazer o nosso sono de beleza. 

Levei a noite inteira a sonhar com carteiras, malas, cluches e tecidos lindíssimos. Lembro-me de ter encontrado um saco cheio de cetins com padrões de bolinhas e flores, tecidos espectaculares mesmo.

 

Hoje de manhã, acordei, arranjei-me e de seguida fui à procura do tal saco que tinha encontrado com os belos tecidos. Não o encontrei no sítio onde supostamente o tinha deixado. Só a meio da manhã é que me lembrei que, afinal, os tais tecidos só existiam no sonho, que fui trapaceada pelo imaginário do meu universo onírico!

(Clutch Christian Louboutin)

Buracos, Buraquinhos e Piercings!

Tenho de vos confessar que não sou adepta destas coisas. Mas não me chateia nada que os outros o façam. Afinal cada um faz o que quiser com o seu corpo. Claro que agora o governo também quer pôr o bedelho na liberdade individual de cada um, no que concerne a estes assuntos. Não têm mais nada para fazer, têm de justificar os altíssimos ordenados que ganham. Vou pensar se concordo ou não com esta lei.

 

Tenho de agradecer muito à minha mãezinha o facto de não me ter feitos piercings nas orelhas em bebé. Sim, porque as famosas “orelhas furadas” não são nada mais, nada menos do piercings primitivos, ou seja, à moda antiga. Detesto orelhas furadas. Sempre associei isto àquelas vacas da Índia que têm uma argola no nariz. Vai-se lá saber porquê.

Filha minha nunca irá fazer “piercings” nas orelhas enquanto for bebé. Em grande pode fazer, se quiser. Agora em pequena?! Eu caía logo para o lado! Pobres bebés.

 

Mas este assunto vem a propósito da higiene dos materiais e dos locais onde fazem. Desde sempre que é necessário ter muito cuidado mas hoje em dia ainda mais, tendo em conta as inúmeras doenças e infecções que podem surgir.

Há locais de muita higiene onde devem ser feitas estas coisas. Jamais deviam ser feitas em feiras, cabeleireiros, ourivesarias ou locais de higiene duvidosa. Nem sequer os furos nas orelhas devem ser feitos nas ourivesarias, pois são os locais tradicionais para se fazer. Segundo os médicos e especialistas no assunto dos “buraquinhos”, a pistola com que os fazem não pode ser esterilizada pois as substâncias deste processo danificam o mecanismo da pistola, inutilizando-a. Assim sendo, a higienização da pistola é ineficaz ou inexistente.

 

Deve ter-se sempre o cuidado de pedir para ver o material que vai ser utilizado. Deve vir todo esterilizado e embalado, ser aberto à nossa frente e depois deitado fora. Nunca aceitem que toquem em vocês com material que não estava embalado e fechado. Não sabemos por onde passou.

 

Bom, tenho de admitir que sou hiper-ultra-mega medrosa com agulhas e assusta-me ter algo “extra” e definitivo no meu corpo, algo de que não me possa livrar quando me apetecer e sem consequências. Mas um piercing num dente – que é uma colagem – até que não me importava! Hum… vou pensar no assunto!

Rabinhos ao Léu

Tenho vindo a reparar na “moda” que se vem instalando pelo burgo, Portugal afora. Depreendo que esta moda não seja exclusiva dos alfacinhas.

É notório que as meninas estão cada vez mais “fofinhas e insufladinhas”. E quanto mais novas mais “fofinhas”. Mas os meninos também já começam a imitar as meninas, que é para não se rirem uns dos outros. E, pelos vistos, é em tudo mesmo!

 

Concerteza já todos viram e, provavelmente, até usam calças de cintura baixa. Até aqui tudo normal, nada de especial e até são giras e ficam bem a muitas meninas e meninos mas… não a todos!

O que é certo é que esta cintura baixa tem vindo a descer cada vez mais. É a mostrar a cuequinha porque é moda, tanto para os meninos como para as meninas.

Mas o que mais tenho “gostado” de ver são os meninos com as calças descaídas abaixo… das nádegas! É completamente ridículo e não sei como é que ainda não perderam as calças! Não têm vergonha de andar a mostrar as cuecas e o rabo a meio mundo? Pois claro que não… quanto mais se mostrar das vergonhas melhor é. Se calhar é alguma técnica de engate que desconheço. Mas não acho piada nenhuma. Até porque muitos meninos deixam muito a desejar ao asseio.

Então e as meninas, perguntam vocês. Pois bem, as meninas parecem chouriços atados pela cintura. Querem enfiar as camadas adiposas onde não cabem e depois parecem bóias. São as panças flácidas de miúdas novas penduradas, a sair de fora das calças e elas não estão nem aí… Se fosse no meu tempo de escola éramos gozadas até dizer chega! Acho que era motivo para nunca mais pôr os pézinhos na escola e chumbar por faltas com justa causa.

E os rabos avantajados com os fios dentais – de preferência bem coloridos para chamar à atençao! -,  orgulhosamente à mostra?

 

Sabem de quem é a culpa? Das importações de má qualidade made in USA, por exemplo. Refiro-me aos “Patos Donald”, “Kentucky galinhas fritas” e outras coisas do género. Gingabaites de calorias, péssima escolha alimentar e depois vá de insuflar. Então e a moda do rabo à mostra? Pois de onde é que havia de vir? USA, claro está! Importa-se tudo de lá, inclusivamente o mau gosto e o aumento da obesidade. E depois querem fazer-me a mim um bypass gástrico! Quem pode com isto?!?

 

                            

 

Sabiam que…

… adoro o programa do canal de cabo People & Arts chamado “What not to wear”?

É um programa de valorização pessoal se assim se pode dizer. Temos 5 mil dólares para nos “modernizar-mos” e renovar-mos o nosso guarda-roupa de acordo com regras específicas de acordo com o que fica bem a cada um de nós.

 

Os dois apresentadores – Stacy e Clinton – são o máximo. Farto-me de rir com eles, com o seu humor tão peculiar.

Os candidatos então nem se fala… há pessoas que ficaram paradas no tempo em questões de estética. E não por questões monetárias… é por falta de gosto mesmo. E é de louvar que não são alvo de chacota ou gozo malicioso.

Uma das obrigações dos candidatos é a de levar todo o guarda-roupa para o programa e só se concordarmos deitar a nossa roupa fora, é que nos dão os 5 mil dólares.

Confessem lá, meninas, se não gostavam que vos dessem 5 mil dólares para renovar o guarda-roupa, levar-mos um banho de cabeleireiro e maquilhagem?

Saímos de lá como se fossemos príncipes e princesas, do mais chique possível.

 

Devo confessar que o meu interesse pelos “trapinhos” se deve ao facto de, quando era teenager, ter o sonho ou devaneio de querer ser estilista ou designer, como quiserem chamar.

Mas o pessoal na minha altura acho que ainda tinha os olhos semicerrados e era um pouco ingénuo. Fizemos escolhas de cursos erradas, tínhamos medo de arriscar, e optávamos sempre por aquilo que nos parecia mais seguro.

A minha paixão era tão grande que qualquer papelinho servia para eu desenhar uma roupa, uns sapatos, ou até um corte de cabelo. As paredes do meu quarto estavam cobertas de desenhos meus – feitos a giz! –, das minhas “criações”. O meu grande desgosto foi quando decidiram pintar-me o quarto….

Nunca segui este curso mas ficou o gosto, o amor. Optei pelo pior, talvez.

Quem sabe se eu tivesse seguido o estilismo, não seria agora uma Fátima Lopes II?!?

 

Bom, vou ali comer um chocolatinho enquanto espero pelo N. …